08/10/2018
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Investimento em Compliance: proteção, o tom da liderança e a gestão de riscos

Por Galeria de Comunicações

A InteliJur – Inteligência Jurídicas – promoverá em novembro na capital paulista um dia de debates com teoria e grupos para trabalhos práticos sobre as várias faces do Compliance. Para liderar o dia de imersão no tema, o especialista com experiência comprovada e vasta trajetória na matéria, Edmo Colnaghi irá capitanear o workshop. Ele explica a seguir alguns pontos que irá abordar no evento. 



 
InteliJur - Em relação ao primeiro tópico descrito na programação do Workshop "Compliance Empresarial: o tom da liderança e a gestão de riscos", cujo tema é “Investimento em Compliance: o ponto de vista empresarial”, quais são os benefícios do investimento em um programa de Compliance?

Os temas se referem a riscos, reduções de penalidades, responsabilidade de administradores, perda de receita, reputação e clientes, reputação e talentos, financiamento, licitações e orgulho. Os temas serão explicitados durante o seminário.



InteliJur - Ainda explorando o primeiro tópico, quais os principais riscos de não se ter um programa de Compliance no Brasil atual?

O trabalho e o investimento requer proteção para se alcançar prosperidade e longevidade, ou seja, sustentabilidade. Assim como as pessoas protegem seu notebook, para navegar na internet, e fazem a  contratação de seguros, para proteger seu patrimônio, as empresas estão expostas diariamente a riscos com fornecedores, clientes, parceiros de negócios e relações com autoridades e precisam buscar proteção nestas relações também.  Programas de compliance mitigam riscos em todas estas fronteiras.



InteliJur - Poderia fornecer mais detalhes sobre alguns dos casos reais e seus estágios que apresentará durante o primeiro tópico do Workshop?

Vamos resgatar o "lessons learning" de casos mundiais como Enron-Arthur Andersen, Volkswagen e o controle de poluentes,o caso da FIFA e vários outros exemplos nacionais, mais próximos de nossa realidade.



InteliJur - Quais as responsabilidades de presidente e diretores de empresas que destacará?

A legislação prevê há muito tempo as responsabilidades do diretores, em vários diplomas legais, bem como existem novidades em termos legais que vamos abordar. Conhecer tais temas é o primeiro passo, saber como mitigar os riscos daí decorrentes, com iniciativas concretas será um acréscimo aos participantes.




Edmo Colnaghi é advogado com mais de 30 anos de experiência em departamentos jurídicos de multinacionais e renomados escritórios de advocacia; Foi diretor de compliance e jurídico por mais de 10 anos, liderando equipes de advogados e implementando programas de compliance; Obteve Mestrado e Doutorado em Direito do Estado pela PUC de São Paulo; Estudou Direito norte-americano em Michigan, EUA; administração de negócios em Lausanne, Suíça, no IMD e formação como Conselheiro de Administração no IBGC- Instituto Brasileiro de Governança Corporativa; Professor de Compliance e de Direito em várias Universidades  e instituições (dentre elas a PUC e a OAB), é também palestrante em várias entidades; Escreveu o livro Compliance Empresarial e outos livros sobre este tema e sobre Direito Empresarial; É Coordenador no IBDEE, Conselheiro no ICB - Instituto de Compliance Brasil e membro das Comissões de Compliance da OAB e do IASP.


InteliJur é uma empresa de informação e relacionamento focada no mercado jurídico. Por intermédio do portal, reúne advogados de empresas (FDJUR), advogados de escritórios e prestadores de serviços, com notícias, informações e pesquisas. Através do Diretório Jurídico é possível que os departamentos jurídicos ou outros advogados interessados em prestadores de serviços jurídicos encontrem os escritórios com perfil ideal para contratação. Eles podem selecionar o perfil do escritório selecionado por localização, porte do escritório, áreas jurídicas de atuação e até por setores da economia que o escritório tenha expertise.

FDJUR – Fórum de Departamentos Jurídicos – é o maior e mais completo fórum de relacionamento e discussão de boas práticas na gestão de departamentos jurídicos do País. Foi criado há dez anos como uma associação sem fins lucrativos e exclusiva para profissionais de departamentos jurídicos. Por intermédio de ampla rede de contatos, interage com mais de 10.600 profissionais de departamentos jurídicos em 4.887 empresas. Tem a missão de estimular e promover debates, estudos e pesquisas; investir no conhecimento técnico, além de valorizar, reconhecer e premiar as boas práticas de gestão na área.

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